Crítica: Nosso Lar

nosso lar

Seguindo a leva dos filmes espíritas produzidos nacionalmente, Nosso Lar (Brasil, 2010), de Wagner de Assis, se destaca entre todos os outros devido á alta qualidade de produção em relação aos efeitos especiais. O que é também um diferencial aos filmes nacionais em geral, por causa do alto custo de produção, fato inédito na história cinema brasileiro.

André Luiz (Renato Prieto) era um médico de sucesso e, após sua morte, percebe que a vida ainda continua. Como não entende nada do que está acontecendo, afinal sempre foi um homem da ciência, ele busca respostas da única maneira que sabe: utilizando sua razão de médico. Durante esta nova jornada, André passa pelo Umbral, uma espécie de purgatório, e depois é resgatado para a cidade Espiritual Nosso Lar. Lá aprende coisas que nunca imaginou e uma nova pessoa surge dentro dele.

O elenco de Nosso Lar é extremamente fraco, para não dizer péssimo, o que acaba comprometendo demais o filme. O personagem principal não convence e, como narrador, é pior ainda. Os demais personagens também são muito falsos e, certas cenas que deveriam ser dramáticas, acabam gerando risos de tão ridículas que ficaram. Sem falar na maneira como os diálogos foram construídos, o que apenas piorou a situação. Eles são muito didáticos e formais, criando uma atmosfera artificial ainda maior.

Em compensação, os efeitos especiais e a produção em si são ótimos. Espero que com Nosso Lar, a produção de cinema nacional comece a produzir mais filmes com esse tipo de qualidade. Se fosse produzido uma ficção científica seguindo a produção deste, acho que o resultado poderia ser fantástico. Outro ponto positivo é que o longa não carrega junto com si as características novelescas brasileiras, diferente do que aconteceu com Chico Xavier de Daniel Filho. Apesar de a trilha sonora ter a participação de Phillip Glass, o longa pecou em literalmente sobrecarregar, em alto volume, os ouvidos de quem assiste, aumentando ainda mais a sensação de artificialidade no filme.

Nosso Lar é um filme bastante tendencioso e, quem não é simpatizante com as ideias espíritas, provavelmente ficará bem incomodado com toda a “propaganda” e afirmação da religião feito durante todo o longa. Só para deixar bem claro, em nenhum momento estou criticando a religião em si, estou apenas o analisando como cinema. Fica como indicação o filme Fonte da Vida, de Darren Aronofsky, que é também um longa de ficção espiritual, mas sem cair na panfletagem. Aliás, ele também foi produzido pela empresa responsável pelos efeitos visuais do Nosso Lar.

Acredito que Nosso Lar fará sucesso com o público espírita, e aos interessados na religião, mas que, principalmente devido ao péssimo elenco e didatismo exagerado, não agrade muito as outras pessoas. Mas de um jeito ou de outro, este é um longa que quebra todos os padrões, e até preconceitos, a respeito da qualidade visual das produções do cinema nacional. O que já em si é muito válido.

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Trailer:

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Comentários

  1. avatar Jackson disse:

    Assisti o filme e infelizmente me decepcionei. Sabia que nao iam poder mostrar muita coisa em 102 minutos, MAS fizeram umas confusoes impressionantes. Até Emmanuel colocaram no meio do filme, além de erros como dizer que só 2 pessoas rezaram pelo André Luiz e por aí vai. Até parece que o roteirista nao leu o livro. Muito bonito, vale a pena ver, mas é aquém das expectativas…

    1. avatar Cris disse:

      Olá crítico de cinema.
      Bela profissão, rs rs rs, quando me aposentar vou ser uma também,
      e meter o pau em tudo, sem antes conhecer.
      Cara, você não falou nada com nada, não conhece nada, então eu
      nem me importo com vc, pois você não sabe nada, vc está querendo
      aparecer? Não.… mais nem assim vc vai conseguir.
      Conheça primeiro sobre a doutrina espírita, depois vc fale alguma coisa,
      pois é feio falar sem conhecer, e nota-se que sobre o filme vc não tem
      sensibilidade nenhuma, e como criticô de cinema é péssimo, pois não
      disse nada com nada!!!!!
      Deus abençoe o seu caminho, e que vc consiga vencer na profissão,
      coisa que acho difícil!!!!!

      1. avatar Daniel Kossmann Ferraz disse:

        Realmente o meu conhecimento sobre espiritismo é muito superficial, por isso mesmo foquei a crítica somente no filme como cinema.
        Sempre acompanho as críticas de outros profissionais, até recomendo algumas delas no final, e a minha opinião acabou sendo bastante similar a de vários outros em relação ao filme como cinema.
        É uma pena que a crítica não tenha feito sentido para você, mas que bom que você gostou do filme, como já comentei, ele realmente é uma mudança bem interessante aos padrões do cinema brasileiro.

      2. avatar Paoulo disse:

        Engraçado… o nosso crítico falou de panfletagem… mas ninguém nunca reclamou de filmes como A PAIXÃO DE CRISTO, o horrível MARIA MÃE DO FILHO DE DEUS, sem contar a leva de filmes insuportáveis dos personagens da Bíblia: Salomão, Esther e esse monte de gente. Cuidado Sr. Crítico… n seja tendencioso…

        1. avatar Daniel Kossmann Ferraz disse:

          Você tem toda razão, há muitos filmes que fazem apenas panfletagem de uma ideia/religião e muitas vezes eles são “protegidos” pelas pessoas que simpatizam com o tema. Mas, independente do assunto que um filme defende, escrevo a crítica segundo os mesmos critérios, analisando mais como foi a produção para que esta mensagem fosse passada adiante. Desta forma, não importa qual tema seja o filme.
          Não escrevi crítica para nenhum dos filmes que você citou, mas concordo que isto acontece muito por aí.

          1. avatar Marlos disse:

            Daniel, sou espirita, li o livro e gostei do filme. Achei sua critica pertinente, apesar de dicordar em algumas partes. A atuacao nao foi das melhores msm, vc nao citou, mas tem uma parte ruim no filme q sao os judeus chegando mortos na guerra, n entendi pq por tao caricato e com uma estrela de davi gigante no peito, vai saber.

            No mais, achei que o filme valeu cada centavo, erros a parte, eh uma licao de moral e nem todos estao prontos pra receber.

            No mais, suas respostas aos comentarios aki o torna mais espirita do que mtos q se julgam espiritas e saem atacando todo mundo. Chega a ser engracado, chama de incompetente, dentre outras coisas, e depois deseja sorte e que deus abencoe.

            Se puder, leia o livro dos espiritos, por curiosidade msm, ou pra comentar na base de bar sobre. Pois acho, que pela sua educacao, diria ateh cavalherismo, vc poderah achar algumas respostas, ou n.

  2. avatar claudio cardoso disse:

    Nosso Lar é um filme bastante tendencioso e, quem não é simpatizante com as ideias espíritas, provavelmente ficará bem incomodado com toda a “propaganda” e afirmação da religião feito durante todo o longa.”

    Acho que o nobre critico, talvez nao tenha percebido que o filme nao é tendencioso. O filme é ESPIRITA assim como livro. Muito me surpreenderia se tivesse tomado contornos Hollywoodianos.

    Um filme feito com o Apoio da Federacao Espirita, de um Livro Espirita, voce queria um filme imparcial ?

    Talvez so o nobre critico esperasse isso.

    1. avatar Daniel Kossmann Ferraz disse:

      Fui assistir o filme já sabendo que ele era espírita, mas achei algumas situações um pouco forçadas demais e foi esse o ponto que me referi. Acredito que há várias maneiras de passar uma mensagem e, no meu ponto de vista, o filme não teve muito êxito em mostrá-las de uma forma mais natural.
      Como escrevo para todo tipo de público, espíritas e não espíritas, considero válido pontuar este fato para que quem, por algum motivo, não goste de filmes com alto teor religioso, saiba sobre isto e possa ajudá-lo a decidir se vai ou não o filme em questão. Mas não é por causa disso que eu vou falar de maneira mais crítica e positiva de um filme.

  3. avatar Chagas junior disse:

    Senhor crítico de cinema acho que você cumpriu o seu papel de “crítico”, pois a função do crítico é criticar! Entretanto, críticos são formadores de opinião, sendo assim, antes de criticar sobre determinado tema você deveria conhecê-lo um pouco mais para evitar este tipo de papelão que você está passando. O filme é espírita e todas as pessoas sensatas que irão assistir o filme sabem disso, você foi o único que não foi capaz de imaginar que um filme que tem por base um livro espírita, seria totalmente fundamentado no esperitismo. Ao contrário de outras religiões, nós não estamos em busca de novos adeptos do espiritismos, mas quem vier será bem vindo, inclusive você. Não sei se você viu bem o filme, mas durante a guerra o nosso lar recebeu indivíduos das mais diversas religiões, dentre eles judeus e católicos, pois todos somos iguais perante a Deus e ao espiritismo. Boa sorte na sua profissão e que deus te ilumine.

    1. avatar Daniel Kossmann Ferraz disse:

      Criticar também é falar bem e, para mim, ter uma opinião diferente das outas pessoas não é nenhum tipo de papelão. Parece que minha visão não esta sendo bem compreendida. Como citei na crítica, minha análise se resume apenas ao filme como cinema, não fiz qualquer crítica a respeito da religião em si, muito menos fiz quaisquer questionamentos sobre a mesma ou a obra em que foi baseada. Quem conhece os livros, como várias pessoas que comentaram, com certeza poderão (inclusive alguns fizeram isso aqui) elaborar algo mais voltado na comparação entre o original e a adaptação, o que não foi meu caso.
      Essa cena que você citou, foi uma das que eu (e outros também) achei bem fraca, no modo como foi realizada (ex: a estrela de Davi na roupa dos Judeus daquele tamanho foi totalmente forçada). Mas de novo, estou falando do jeito que a cena foi construída e não questionando o fato do espiritismo aceitar indivíduos das diversas religiões.
      Acho que aqui é que está a grande divergência estre o texto que escrevi e os comentários que ando recebendo: falar da religião é uma coisa, do modo como o filme foi produzido é totalmente outra. Apesar do filme ser sobre a religião, é possível abordar ele sem criticar sobre ela. Foi isso que fiz.

  4. avatar Bruno Duarte disse:

    Caro Daniel, se não sabe nada de espiritismo, atenha-se apenas ao filme. Se quer ser imparcial, aprenda com seu companheiro de críticas do link abaixo:

    http://cinemacomrapadura.com.br/criticas/171362/nosso-lar/

    Não seja tendencioso guri. Sempre a tempo de melhorar.

    1. avatar Daniel Kossmann Ferraz disse:

      E foi o que eu fiz, fiquei apenas com o filme como cinema. Não acredito que seja possível escrever uma crítica imparcial, pois sempre estaremos escrevendo em relação aos nossos gostos e experiências. O Marcus por exemplo, foi bastante cuidadoso ao falar o que lhe incomodou no filme, mas em geral fez grande louvor a ele. Cada um tem seu meio de expressar a sua opinião.
      Aproveitando a oportunidade, vou recomendar também uma outra critica: http://claqueouclaquete.blogspot.com/2010/09/critica-nosso-lar.html

  5. avatar Paulo Fernandes disse:

    Infelizmente, sua crítica me pareceu bastante superficial. Não examina a estrutura da narrativa e limita-se a adjetivar as interpretações usando termos bem grosseiros. Além do mais, contém erros
    de português como este aqui: “sem falar na maneira como os diálogos foi construída, que apenas piorou a situação”. O certo seria escrever “sem falar na maneira como os diálogos foram construídos, o que apenas piorou a situaçao”. O mínimo que se espera de um crítico (se é que ainda esperamos alguma coisa) é que saiba expressar suas idéias adequadamente. Não sou um entusiasta do filme, mas falta rigor e uma boa dose de elegância na forma como o senhor abordou o assunto. A crítica em relaçao ao desempenho dos atores é equivocada. Acho que Renato Prieto é um nome a ser levado em consideraçao daqui por diante.

    1. avatar Daniel Kossmann Ferraz disse:

      As vezes alguns erros escapam, obrigado pela correção e pela sua opinião, será levada em consideração.

  6. avatar Nadja Prado disse:

    Daniel,

    Gostei de sua crítica!

    Enumerou cuidadosamente os erros e acertos de um filme que podia explorar mais a obra Nosso Lar — Chico Xavier, eliminando determinadas cenas e acrescentado outras que podiam ser impactantes.

    Discutir a doutrina espírita nessa etapa do jogo é algo desnecessário.
    Não se pode esperar que um católico, por exemplo, vá ao cinema assistir algum filme baseado na doutrina evangélica, e saia da sala, entendendo ou concordando com tudo o que foi dito.
    Então não há porque aguardar explicações detalhadas, para que o espectador não espírita entenda tudo em apenas poucas horas.

    Eu também esperava mais do filme. Achei o figurino de péssimo gosto!
    Os atores, às vezes, pareciam integrantes de alguma escola de samba do terceiro grupo.
    O ator Renato Prieto que interpretou André Luís, aos olhos de muitos pareceu fraco no quesito interpretação, mas, se analisarmos o personagem, certificaremos que o médico carioca era uma pessoa calma.
    Portanto, a atuação de Renato Prieto foi correta.

    Há quem diga que os diálogos foram didáticos e cansativos. Mas pelo que vi estavam longe de ser incompreensíveis a não ser para pessoas estúpidas.
    Comparações entre os filmes Chico Xavier e Nosso Lar também são dispensáveis, já que os espíritos evoluídos ou iluminados possuem determinadas posturas comportamentais que os diferem dos vivos (encarnados).

    Enfim, o crítico consciente antes de analisar esses tipos de filmes, precisa ler a obra em si. Não para ser evangelizado, mas para obter a mera noção do que acontece sob o ponto de vista doutrinal.
    Caso contrário, vai cair no mesmo laço da ignorância e insensibilidade de muitos.
    Ah, vale ressaltar que a trilha musical de Nosso Lar é de Phillip Glass!

    Abraços

    1. avatar Daniel Kossmann Ferraz disse:

      Concordo que discutir a doutrina espírita é totalmente desnecessário, principalmente aqui.
      Sim, o figurino é horrível, extremamente brega. Com relação ao ator Renato Prieto, acho que o roteiro pode ter limitado bastante o seu potencial como ator, mas como não o conheço, não posso falar muito além deste papel.
      Os diálogos foram cansativos de tão explicadinhos que ficaram, para qualquer um entender mesmo. Achei desnecessário toda essa simplificação.
      Analisando o filme conhecendo a obra, com certeza é bem mais rico, mas infelizmente não é possível fazer isso para cada filme que se escreve.
      Abraços

  7. avatar Marília disse:

    O livro é lindo… estou louca pra assistir o filme… mesmo com essa “propaganda contra’ vou lá pra ver “qual é”, volto pra falar como foi…

  8. avatar Medeiros disse:

    Longe de vazer qualquer apologia religiosa, a doutrina espirita ainda tem muito a ser explorada nos meios cinematográficos e teatrais. A Literatura mostra-nos didaticamente aprendizados vividos por seus personagens. Novidades temos sempre, se é veridico ou não, vai de cada um aceitar. A Biblia também foi explorada pelo cinema com grandes produções só que agora não tem mais o que mostrar porque as principais passagens já foram reproduzidas.

  9. avatar Napier Bortoluzi disse:

    Sinceramente criticar algo sem antes o ““TODO”” é bem complicado. Alias a Doutrina Espirita é para quem gosta de ler e estudar muito. Ler não significa necessariamente aceitar o que está escrito, mas também buscar outras fontes de conhecimento. Alguns acham que apenas uma leitura fria de qualquer obra já é o bastante para sair por ai falando bem o ou mal.
    Sugestão ao critico de cimena: 1– Va estudar, ler bastante; 2 — Ler algo da Doutrina não significa necessariamente ser da Doutrina, portanto é preciso ler sem ““pré-conceitos””.

    1. avatar Daniel Kossmann Ferraz disse:

      Esse é um ponto que parece ser confuso para muitas pessoas: é possível falar só do filme, só da religião ou de ambos juntos.
      O meu posicionamento na crítica é só com o filme, não estou aqui para discutir qualquer aspecto religioso.

      1. avatar Marcelo C Brito disse:

        O que o dileto crítico não compreendeu na colocação do colega é que os diálogos “explicadinhos que tornaram a obra cansativa” fazem-se necessários para dar aos que não possuem a compreensão que os estudiosos possuem da doutrina. Faz-se necessário despir-se de certas vaidades e buscar na obra, a fundo, as mensagens que são passadas pelo livro. Certamente vemos semelhante acontecer em obras como Harry Potter e o Senhor dos Anéis, que são baseadas em livros em que a riqueza de detalhes é tanta, que para alguns a obra cinematográfica passa a ter a palidez de uma rádionovela.

  10. avatar Moisés disse:

    Meu Deus, quanto comentário raivoso, só porque a crítica destacou problemas do filme (que EXISTEM, xiitas). Mesmo elogiado a concepção e envergadura do filme, o pessoal não deixa barato qualquer crítica que vai contra sua visão de mundo.

    Sou simpatizante do Espiritismo e respeito muito essa fé, mas pessoal… Ironia, chacota com o crítico, comentários agressivos sem necessidade… Acho que tudo isso vai contra o fundamental da Doutrina, não acham?

    Get a life.

  11. avatar Mai disse:

    Bem, vou começar o comentário afirmando meu comprometimento com a doutrina espírita desde criança, hoje em dia sou evangelizadora e claro, li nosso lar. Vi o filme com uma pessoa que atualmente não tem crença alguma e confesso que me senti incomodada em determinadas cenas. Muito incomodada com a trilha sonora desnecessariamente drámatica aos extremos em certos pontos, chegou a doer os ouvidos. Também tive a impressão de estarem dando algum tipo de aula durante o filme, pela forma didática de tudo — o que para espíritas e simpatizantes pode ser bem interessante, mas pra outros públicos de certo que não. Achei a crítica boa sim, justamente por não estarmos entrando em discussão sobre a religião ou o livro, algo inútil. O filme tem o grande mérito dos efeitos especiais, parecia estrangeiro! Algumas atuações realmente poderiam ter sido mais naturais, ainda que estivessem tentando mostrar os “espíritos superiores”, o que não significa que devam ser retratados como robôs ou pessoas afetadas demais. Por fim, recomento o filme muito mais para quem leu o livro e/ou é espírita; não o achei muito interessante para todos os tipos de público. E à todos os defensores da doutrina, calma, muita calma antes de sair vociferando raivosamente contra quem não é e tem formação e informações diferentes das suas. Cadê a liberdade de expressão, de escolha e respeito aos outros minha gente? :)

  12. avatar raphael disse:

    Venho de familia espirita e tenho um certo conhecimento sobre o assunto, ja li Nosso Lar e confesso q me decepcionei com algumas coisas do filme principalmente em termos de atuação, salvo o ator Renato Prieto como andré Luis, ele sim me pareceu bem convincente me lembrou bem o livro, uma das coisas q tb me incomodaram foram as cenas em q havia execução de qualquer instrumento musical, ficaram realmente toscas o q me surpreendeu por ser algo q a principio me parece ser simples de ser resolvido, mesmo nao podendo comparar, o filme sobre Chico Xavier superou muito mais as minhas expectativas

  13. avatar Eudes disse:

    Apesar de ser espirita, eu devo concordar com a critica a respeito da qualidade do filme. Sempre sera necessario alguem que tenha coragem o bastante para apontar defeitos que a maioria das pessoas nao percebe, ou se recusa a perceber, justamente porque simpatiza com a doutrina.

    Mas se o figurino foi ruim, isso deve ser evidenciado. O mesmo vale para a qualidade do elenco, ou qualquer outra coisa dentro do contexto do filme.

    Gracas ao trabalho do critico as futuras obras cinematograficas poderao ser melhoradas.

    Parabens pela critica.

  14. avatar Marcelo Loutfi disse:

    Nosso lar é simplesmente o pior filme que assisti nos últimos tempos. Concordo com as críticas feitas com relação ao exagero didático, a narrativa e os diálogos também são bizonhos. Pra falar a verdade nem os efeitos especiais escapam. O “Nosso Lar” tá mais pra uma Brasília do futuro, os efeitos de teletransporte dos espíritos parecem vir de um filme da Xuxa dos novos filmes do Didi Mocó. O filme é tão tosco, mas tão tosco que quase fui embora na metade da sessão. Quero deixar claro, que minha crítica é única e exclusivamente referente ao filme, nada contra a religião espírita.

  15. avatar Taís disse:

    Sou espírita, não li o livro, mas adorei o filme! Diferente do filme Chico Xavier, superou minhas expectativas. As vezes desenhamos tanto e esperamos mais, mas Nosso Lar eu adorei!
    Como já comentaram acima, aqui não é lugar para discussões religiosas e sim críticas do filme. Muito engracado a parte do comentario do Marcelo Loutfi. Fiquei lembrando os filmes da Xuxa e achei engracado.
    Mas Marcelo, em outros livros cita coisas bem parecidas como em Nosso Lar, o aerobus por ex. O monitor (n’ao recordo o nome exato), que se pode ver os entes queridos. Em Violetas na Janela ele aparece tambem. A producao fez assim, pq nos livros descreve assim. Mas ca pra nos, que bom se for assim mesmo ne?

  16. avatar M disse:

    Convenhamos religiosos e não religiosos que o filme é um aglomerado de erros sucessivos. O filme simplesmente é um fiasco em todos os sentidos, os atores esqueceram como atuar ou o intuito era transparecer mesmo a total falta de noção e parecer uma novela de quinta categoria?

    O desrespeito pelos Judeus entrando no “mundo fantástico de Nárnia”.
    Queria ver se os católicos colocassem em um filme os espíritas queimando no inferno espetado por um tridente de um ser chifrudo. Essa é a realidade dos católicos, mas isso não os dá direito de produzir tal imagem pois seria falta de respeito, a mesma praticada pelos espiritas pregando sua verdade usando a imagem de outras religiões.

    Se todo o lucro arrecadado com essa porcaria fosse direcionado a dar moradia aos que vivem de migalhas iriam sim fazer faler os tão famosos preceitos espíritas. Essa obra é mesmo digna de uma produção da Globo. Parabéns espíritas, contribuam com a idéia de investir milhões de reais em prol de enrriquecer a mais imparcial e controladora emisora de TV que já existiu. Grandes ensinamentos esses seguidos mesmo.

    E voltando para o tema “filme” não me venham argumentar que odiei o filme pois não sou espíritas, pois sou ateu, completamente contra os massacres e injustiças já aferidas pela igreja católica, mas nem por isso deixei de admirar grandes filmes cristãos dignos de premio, não esse lixo cuspido na cara da sociedade com o puro e claro fim de arrecadar dinheiro.

    Desculpem por minha opinião, mas meu país é laico e tenho a expressa permição ditada pela Constituição Federal de expressar minha opinião e por que não revolta por me sentir ferido com tamanho insulto a inteligência do povo.

    1. avatar Marcelo C Brito disse:

      Anônimo “M”,
      a mesma constituição brasileira que lhe permite expressar sua opinião também veda o anonimato. Felizmente aqui o bom senso reinou e somente o senhor extrapolou as críticas ao filme. Felizmente, Ateus, espíritas, católicos, evangélicos, judeus, hindus e muçulmanos possuem o dom divino do livre-arbítrio. Porém, este dom deve ser usado com cuidado para que não desrespeitemos as opiniões de outrem. Da minha parte, perdôo vc por proferir críticas tão ácidas a uma doutrina que vc sequer conhece, pois se conhecesse, não seria ateu. Não fale em nome de um povo, pois muitos em nossa nação são ateus por não conhecerem Deus, assim como muitos analfabetos o são por não conhecem a leitura. Longe de um “aglomerado de erros sucessivos”, o filme é a materialização da experiência do espírito André Luiz e tem a intenção de enviar uma mensagem para os seus espectadores — intenção de todo e qualquer filme — e assim o fez.
      Que a paz de Deus o acompanhe sempre.
      Cordialmente.
      Marcelo

    2. Que estranho M, em outro site você postou o mesmo comentário como V! Será que você é mesmo ateu ou algum padre ou pastor incomodado com o sucesso do filme ?

      O fato é que o filme podia ser melhor, as interpretações ficaram um pouco teatrais. Acredito que isso tenha sido proposital, para realmente dar um tom didático. Não concordo com essa tática, mas devem ter os seus motivos. Os efeitos especiais são fracos, os melhores já vistos em um filme brasileiro mas longe dos que seriam vistos em uma produção amadora nos Estados Unidos. No entanto, a história é comovente e, pelo menos a mim, prendeu até o final. O andamento deste filme me pareceu um pouco com A.I. (lembram ?). Inteligência Artificial também contou uma história muito diferente do que estávamos acostumados e, por ter narrativa exagerada, acabou se tornando cansativo e com altos e baixos durante o filme. Citei A.I. porque para quem não acredita no que vê em Nosso Lar, o filme deve ser visto como obra de ficção, e em obra de ficção não existe mentiras ou fantasias. Naquela história, aquilo que é mostrado é real. Também li críticas ao figurino, o que me levo ao riso… O que iriam fazer os figurinistas de espetacular se estavam apenas retratando a realidade contada por André Luiz ? O que teria de especial nas roupas se o filme mostra um lugar onde roupas não são importantes ? Acho que o filme tem seus problemas mas no geral é melhor que qualquer outro feito este ano, incluíndo Chico Xavier.

  17. avatar Lucia disse:

    O maior propósito do filme é mostrar que existe vida após a vida. A física quantica, as pesquisas atuais dos cientistas sobre a existencia de universos paralelos já caminham neste sentido. Ou seja, independe de religião. Lembremos que o livro foi psicografado em 1945, sobre pessoas que viveram na terra numa época em que o português era bem falado.
    E é tão bom, tão mais salutar, saber que quando perdemos um ente querido, na realidade não o perdemos, ele partiu para a verdadeira vida, e em breve estaremos com ele novamente. Como diz um dialogo do filme e ainda tão atual: o mundo precisa de histórias felizes…

  18. avatar marcelo disse:

    Caro Daniel,

    Sou espírita e, lógico, não me senti bem com as suas críticas em relação ao filme…
    No entanto, respeito a sua opinião e, muito menos, vou execrá-lo reforçando a patrulha espírita xiita.
    Muito pelo contrário, queria parabenizá-lo pela postura elegante como respondeu até o presente momento as pedras lançadas pelos nossos irmãos “espíritas”.

    Abraços fraternos,

    Marcelo.

  19. avatar Prof.: Andre Moreira disse:

    Eu gostei da sua crítica. No entanto, eu não concordo com duas observações que foram feitas e senti falta de uma nota, em sua boa crítica.
    Creio que a atuação didática mensionada, não foi o caso do Renato Prieto, penso que a atuação dele foi dentro do vazio do personagem, que o diretor quis passar. Diga-se de passagem, a atuação dele no Umbral me pareceu muito boa e achei que dentro da monotonia das frases prontas (coisa proposta pelo filme, justamente para dar o contraponto que o crítico não notou, em relação ao personagem mundano de Rosanne Mulholland — Eloisa) o casamento dele com o ator Fernando Alves Pinto foi muito bom (o que não quer dizer que a atuação do Fernando Pinto, tenha sido boa).
    E a outra coisa que eu não concordei foi em relação a trilha, não achei tão incômoda assim, o que não quer dizer que tenha achado o resultado final tão bom, as composições são medianas, o que aliás, vindo de quem vem (Philip Glass) não me causou surpresas. Neste caso, os produtores de Up devem sempre ser lembrados. E senti falta dos seus elogios em relação o fantástico trabalho de Direção de Arte, ao meu ver, o melhor do filme, creio que se os produtores não tiverem lá os seus “complexos de vira-latas”, certamente deverão inscrever este filme nesta categoria, em festivais nacionais e internacionais, por que não?
    Bom, é isso!

  20. […] “O elenco de Nosso Lar é extremamente fraco, para não dizer péssimo, o que acaba comprometendo demais o filme. O personagem principal não convence e, como narrador, é pior ainda. Os demais personagens também são muito falsos e, certas cenas que deveriam ser dramáticas, acabam gerando risos de tão ridículas que ficaram. Sem falar na maneira como os diálogos foram construídos, o que apenas piorou a situação. Eles são muito didáticos e formais, criando uma atmosfera artificial ainda maior. Em compensação, os efeitos especiais e a produção em si são ótimos. Espero que com Nosso Lar, a produção de cinema nacional comece a produzir mais filmes com esse tipo de qualidade. Se fosse produzido uma ficção científica seguindo a produção deste, acho que o resultado poderia ser fantástico.” ㅤㅤㅤcrítica do site Interrogação […]

  21. avatar M disse:

    Marcelo Brito,
    E você é bastante respeitoso né? falando que eu sou ateu por não conhecer o espiritismo, ou sou como um analfabeto que não conheceu a leitura por não crer em Deus. Eu sou pós-gradoado em teologia campeão, conheço infindáveis religiões que você sequer sabe que existem. Da mesma forma que você acha que eu sou “sem conhecimento” por ser ateu te digo a minha opinião, és uma criança ainda, foi doutrinado a crer e seguir esse caminho, você é só a massa. E mais uma grande novidade, essa grande quantidade de analfabetos que tem em nosso país advinha o que eles são? gente sem conhecimento, informação e estudo são TODOS crentes, isso não sou eu que estou falando, existem diversos estudos relacionados.

    Os homens mais inteligentes e mais bem sucedidos do mundo são ateus, os 10 homens mais ricos do mundo são ateus, os QIs mais avançados já registrados em teste foram de ateus.

    O sociólogo norte-americano Phil Zuckerman em uma recente pesquisa concluiu:

    Os países menos religiosos do mundo são os mais justos, mais éticos, possuem forte economia, baixa taxa de criminalidade, os mais altos índices de qualidade de vida, altos padrões de vida e igualdade social. Ao contrário, os países mais religiosos são aqueles com maior desigualdade, criminalidade, corrupção, injustiça e outras pragas sociais, como Brasil.

    Então meu caro, antes de acusar-me de qualquer coisa, possua o mínimo de conhecimento.

    1. avatar Gian disse:

      Eu me esforcei pra não escrever nada, mas diante dos comentários rsrsrs… do Senhor M:
      VAI PROCURAR UM QUINTAL PRA CARPIR, SENHOR DOUTOR ATEU!!!
      Papel ridículo, se expressar de forma estúpida e pouco educada no site dos outros, isto não é coisa de gente alfabetizada, estudada, quem dirá doutor rsrsrs
      Eu concordo em partes com a crítica sim, achei até o elenco esforçado, achei algumas partes um pouco caricatas e forçadas, mas o filme foi feito pra isso, pra ser didático na doutrina espírita.
      Sou evangélico, e não sou idiota pra ir num cinema assistir um filme sabendo que é uma obra espírita e depois sair de lá falando besteira… isso é coisa de gente ignorante.
      Achei o filme bonito, com uma mensagem positiva, em meio a enxurrada de filmes de favela, crime, morte e drogas que invade todo ano o cinema brasileiro.
      O didatismo exagerado, acredito que tenha vindo da própria obra em que foi inspirado, isto é, o filme foi feito pra ser assim mesmo, explicadinho, de fácil entendimento pra qualquer pessoa que não seja simpatizante ou conhecedora da doutrina.
      Não o achei desrespeitoso, mas ele é tendencioso, obviamente, pois não teria como não ser; na minha própria comunidade, já assisti filmes evangélicos que particularmente considerei desrespeitosos com a crença de outros, mas não vi isso em Nosso lar.
      Achei que foi um filme diferente da maioria dos filmes brasileiros que tenho assistido, e não achei isso ruim.

  22. avatar DAVID LEMOS disse:

    Prezado sr Daniel,
    acabei de chegar do Norteshopping, onde assisti o filme NOSSO LAR.

    SALA LOTADA — na sua plenitude.
    gostaria de perguntar ao SR. já que é entendido em filme, porque uma sala totalmente lotada, com senhores, senhoras, jovens, meninos, meninas o filme foi mostrado na sua plenitude, sem nenhum barulho, gracejo, rizadinha ou deboche?
    independente de roupagens, som, efeitos especiais, etc
    um silencio celestial, onde todos os presentes , com os olhos grudado na tela.
    será que a sua opinião é mais importante do que as 471 pessoas presentes nesta sessão?

    PORQUE QUE Em dez dias o filme acumulou 1,6 milhão de espectadores com uma bilheteria de mais de R$ 16 milhões —

    JA SEITUDO CURIOSO

    OU TODOS QUEREM APRENDER MAIS E FALAR MENOS?

    É
    VAI TER QUE FICAR COM A BOCA CHEIA DAGUA POR MUITO TEMPO

    ATT
    DRSLEMOS.’.

  23. avatar Rodrigo Rezende disse:

    Caro Daniel. Entendo sua opinião e o respeito. Mas como espectador do seu site, sinto –me na responsabilidade de opinar. A respetito do que disse sobre o teor didático da obra, creio que o diretor quis manter o que deveras foi praticado no livro, uma vez que “Nosso Lar” foi realmente escrito com a finalidade de ensinar e/ou informar, enquanto esperava-se ser lido por espíritas sedentos por informações a respito das colônias e curiosos com a vida após a morte. Se puder despender seu tempo em lÊ-lo, verá que ele foi fiel mantendo o nível didático.
    Quanto ao figurino, creio que “brega” seja um termo designado para denotar gosto ou rótulo advindo de uma moda, que pode ou não a ser seguida ou aprovada (afinal, em nenhum outro filme religioso, esperou-se que cada um de seus paraísos seguisse a tendência terrestre.)
    E por último limito-me a dizer que, se por um lado a entrada de judeus em Nosso Lar causa ao teu gênio constrangimento, outro tanto fará a falta de elegância com o que o senhor critica negativamente. Veja bem, respeito sua opinião negativa a respeito do filme, apesar de não concordar, mas a falta de escolha de palavras menos agressivas que você usou se iguala à mesma que você diz que houve no filme e que o tornou tão agressivo, entediante e pouco convincente. E creio que um erro não justifique o outro, ou estou errado?
    Grato à atenção, Rodrigo Rezende.

  24. De fato, o elenco é pobre. Não gostei da atuação do protagonista. Como dito na crítica, a falas em certos momentos ficaram muito didáticas. Outro ponto que não gostei foi a dinâmica das cenas (tomadas de cena). A do hospital, por exemplo, ficou muito estática, um diálogo monótono que me fez perder totalmente o envolvimento com o filme, além das piadas desnecessárias em um momento do filme que era para retratar drama. Enfim, esperava mais. Crédito mesmo para a direção de arte e para a trilha sonora. Sim, as músicas são boas e alguns momentos conseguiram contextualizar com as cenas, mas a mixagem do áudio derrapou feio, sobrou volume de forma desnecessária.

  25. avatar Linda Paiva disse:

    Assisti ao filme com um olhar crente ao inicio, porém. no desenvolvimento do filme fiquei com a clara impressão de que se tratava da visão, um tanto quanto mundana (no sentido de humana) de um médico até certo ponto prepotente (no sentido que mostra que um médico bem formado sobe na vida e até na morte de maneira melhor que os outros pobres mortais, pois são seres melhores que nós) e me chamou a atenção também a forma de organização segmentada da tal colônia, uma visão de cidade muito difundida na época em que a obra foi escrita, os setores separadinhos, cada um no seu lugar, um verdadeiro espelho da filosofia positivista vigente na década de 40, me pergunto se, num plani superior, não deveríamos ter uma organização social e espacial mais próxima das noçoes de complexidade e sistemica dos dias de hoje, não são um plano superior?
    Enfim, a impressão final que me ficou é de um conto, uma visão particular de um médico, eivada de valores pessoais de valor e de visões de mundo que refletem somente uma época, esperava ver mais de espiritos evoluidos.…

  26. avatar isabella disse:

    Isso é ponto de vista de cada um.
    o cinema , o filme, seja qualquer outra coisa.
    Está ali, pra quem quer, pra quem gosta do TIPO de filme.
    pra que asssistiu se sabia que poderia fica descontrariado(a) durante.
    O filme foi feito ”pensado” ao público que respeira ao tipo e as pessoas que gostam.
    Críticas é normal né? sempre.
    Mas não em questão ao filme, e sim ao ponto de vista das pessoas contra a religião imposta e aos hábitos.

    Pra mim, o filme foi muito bem elaborado, pensado exatamente para divulgação ampla das pessoas que adquirem a esse tipo de religião.

    mas, cada um acha algum defeito e um ponto de vista diferente,
    a questão é aceitar mesmo…

  27. avatar André Luis disse:

    Coloque no Liquidificador locais como Brasília e Krypton, adicione todos os ministérios de Brasília … Só Faltou o Lula para comandar a Cidade Espiritual .… ” Companheiros … Nunca na história dessa cidade.…“
    Um Filme bom com efeitos Hollywoodianos ao melhor dos anos 90. O Brasil está avançando no Cinema!(Devagar… e sempre)…
    No entanto o filme “Chico Xavier”, apesar de mais simples era bem mais cativante…
    Que atirem pedras os fanáticos…

    1. avatar Marcelo disse:

      Sinceramente não esperava tanta incompreenção por parte dos adeptos da doutrina espírita. Parece-me que a maioria ainda precisa ler muita coisa para entender o real significado da doutrina. Quanta intolerância, deselegância e ignorância que tive a triste surpresa de ler em alguns desses comentários. Vamos colocar em prática aquilo que se lê.

  28. avatar Paulo disse:

    O filme é decepcionante e técnicamente tosco!!

  29. avatar vanderlei disse:

    Filme horrivel! Novela das 8 com mais efeitos.

  30. avatar Luana disse:

    Não precisamos de doutrinas, precisamos de mais amor, independente de religiões. Eu não sei por que as pessoas se apegam a religiões e esquecem o essencial. Atualmente não tenho religião, mas já fui de várias, já li tudo quando é tipo de livro e nenhuma religião foi capaz de sanar minhas dúvidas, pois se baseiam em fé cega e medo do inferno. Já havia lido o livro Nosso Lar, assim como o Evangelho segundo o espiritismo e mais alguns livros espíritas e achei meio fantasioso. Mas o filme foi de lascar. Assisti esperando que passasse uma mensagem bonita, mas a todo tempo só assisti mensagens moralistas. Não gostei.

  31. avatar Monalisa disse:

    O elenco de Nosso Lar é extremamente fraco, para não dizer péssimo, o que acaba comprometendo demais o filme. O personagem principal não convence e, como narrador, é pior ainda. Os demais personagens também são muito falsos e, certas cenas que deveriam ser dramáticas, acabam gerando risos de tão ridículas que ficaram. Sem falar na maneira como os diálogos foram construídos, o que apenas piorou a situação. Eles são muito didáticos e formais, criando uma atmosfera artificial ainda maior.”

    Acabou de descrever o que eu e meu marido vimos e rimos no cinema. O o tal eterno ator gaúcho? Assassinou o Emmanuel. A pior cena foi qdo ele encontra a mãe… Ué não era para chorar? Eu ri!! A Ana Rosa é melhor calada… e o Othon Batos péssimo tb.
    Qto ao colorido do filme, é fiel ao livro e gostei. O filme fica bom no final, qdo ele pára de reclamar e vai ajudar “no hospital”, ou seja, reza em silêncio e o resto dos atores tb. O diretor tava muito empolgado com o filme, sei lá, parecia que tava fazendo caridade, que não viu isso… Parecia marinheiro de primeira viagem.

  32. avatar Re disse:

    O pior deste filme são as interpretações dos atores…

Spirallab